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O DIA DAS NAMORADAS!

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Uma fila enorme à porta da loja dos chocolates, maioria rapazes. Tive pena dos seus ares de sofredores, devem estar a passar por uma frustração enorme por se sentirem “obrigados” a lembrarem-se desta data. Será suficiente um pacotinho de gomas, um chupa em forma de coração ou devo optar pela caixa caríssima que o rapaz da frente escolheu?!?!?... E se ela  achar que é pouco, estou tramado, vai ser um martírio até à próxima data “importante”. O medo invade os seus rostos, pobres criaturas. Meus amigos, o dia de São Valentim é só mais um dia para demonstrar afeição. Por vezes basta um telefonema ou um postal para sossegar a fera que existe dentro das vossas namoradas! Não é preciso entrarem em pânico. Lembrem-se que se fizerem pequenos mimos à vossa cara metade, durante todo o ano, este só será mais um dia “normal”. Existem muitas histórias sobre o dia de São Valentino, uma das quais diz que: “O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia p...

À TUA!

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Dividir um repasto com pessoas interessantes, inteligentes, ávidas de conhecimento e com boa disposição, não é mais que a cereja no topo de qualquer noitada. Foi mais um dos serões promovidos por uma pessoa que não sabe a relevância que tem tido em alguns momentos da minha existência. É um sininho dourado e delicado que me desperta para a vida. Do seu canto quase camuflado dá o tiro da partida e põe-me a correr destino a fora. Não deve ser só a mim que ela provoca este efeito e espero que tenha consciência do seu dom natural!... Encontra-la no outro lado do mundo foi só uma prova que não existem mesmo coincidências, “maktub”!... Sinto-me mais uma vez como uma bebida efervescente, tipo Asti Martini, cuja rolha estourou e as bolhinhas saltaram vigorosamente à procura de um flute. Estendamos os copos e brindemos à concunhada.
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PROCUREM-SE E ENCONTREM-SE É tão bom quando temos curiosidade e gosto em conhecermo-nos a nós próprios. Desde muito nova preocupo-me e despendo tempo a tentar perceber o porquê das minhas ações, emoções, sentimentos, medos, motivações... Tudo me levava ao pensamento, à análise e à procura de soluções para me explicar melhor. Não é muito comum nem fácil termos esta consciência, querer perceber o que nos leva a reagir de certas formas perante os problemas, as pessoas, momentos ou dilemas, muito menos com pouca idade e com tantas etapas de crescimento pelas quais atravessamos na vida. Uma coisa sei: pensar, refletir e questionar são bons caminhos, é muito bom termos tempo para nós e querermos estar connosco. Depois de muito me analisar, durante todos estes anos, gosto muito da pessoa que sou, com todas as minhas imperfeições e incapacidades! Sou humana, penso muito nos outros, ponho-me no lugar deles, tenho respeito e consideração, gosto de os ouvir, de os ajudar a pensar, sou amig...
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CAMINHADAS É sempre um prazer caminhar ao som das ondas do mar, um maravilhoso SOL a aquecer-me a pele e a tranquilidade com que tanto sonhei. Sinto-me abençoada por poder aproveitar estes momentos, sem stress e sem horas.
ADEUS 2017 Recordo 2017 como um ano de grandes ensinamentos (2017 em especial), de etapas ultrapassadas, de identificação de erros, de constatação de falhas e qualidades, de revoltas, deceções, mas também de concretizações e crescimento. Estou feliz por ter compreendido que tanto as coisas boas como as menos boas acontecem porque têm que acontecer, tudo tem um propósito e, se é menos bom não é para nos fragilizar, mas para nos fortalecer. Ainda não me sinto totalmente recuperada de 2017, perdi um pouco mais de inocência, de tolerância, de benevolência, o que não quer dizer que me tenha tornado uma pessoa menos boa, arrogante ou amarga, mas mais amadurecida e esclarecida. Se me é favorável ainda não sei, aposto que sim, mas terei todo o 2018 para descobrir e pôr em prática o que aprendi. Adeus 2017 e obrigada.
ESTOU DE VOLTA! Faz bastante tempo que não escrevo (três anos e sete meses) e, entretanto, tanta coisa se passou! Espero estar a voltar a um período mais ativo e criativo e às minhas crónicas “fantabulásticas”. Reli alguns textos e senti a angústia que me perseguiu durante tantos anos, essencialmente devido ao trabalho, que culminou num esgotamento no início de 2016. Em junho desse mesmo ano fui convidada a sai do emprego o que me deu finalmente um grande alivio, e desde então a minha vida passou a ser mais clara, mais alegre, mais genuína. Procuro trabalho, mas tenho a calma e o tempo que, faz muito, precisava para carregar baterias e descobrir o que realmente quero fazer, que sem dúvida terá que ser algo que me dê prazer e não o contrário. Nestes últimos tempos já fiz mais umas tantas viagens, que tanto me preenchem, entre elas uma muito especial, ao Camboja, como voluntária num espaço que acolhe crianças desfavorecidas, dando-lhes acompanhamento escolar e cultural. Ador...

ODE...

…já comecei o dia stressada, 7:00 da manhã e já a correr para não me atrasar para o trabalho… stress para fazer os pagamentos, pois as colegas estão a chegar para a reunião… algumas interrupções…chamada e e-mail que não posso responder… só ás 20:00 estava a sair, com receio de ter esquecido de fazer algo urgente, importante, de grande responsabilidade… distância, fila para chegar, condutores palermas, parque de estacionamento cheio… ora desce ora sobe a rua, com tanto stress nem tempo há para pensar se estou na rua certa… a porta vai fechar e se não entrar perco o suposto entretém da noite… chamadas de alerta que não me deixam pensar… suada, cansada, stressada, consegui por fim chegar… De repente o Diogo grita: “Ahò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò - yyy... Schooner ahò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-ò-oò -yyy...)” “Ah seja como for, seja por onde for, partir! Largar por aí fora, pelas ondas, pelo perigo, pelo mar. Ir para Longe, ir para Fora, para a Distância Abstrata, Indefinidamente, pelas noites mi...